Michel Temer (MDB), ex-presidente da República (2016-2019), foi preso pela Operação Lava Jato na manhã desta quinta-feira, 21 de março, em sua residência, na zona oeste de São Paulo. O mandado de prisão foi expedido pelo juiz federal Marcelo Bretas, responsável pela operação na 7ª Vara pelo Rio de Janeiro. O emedebista – acusado pelo Ministério Público Federal de liderar há mais de 40 anos um esquema criminoso que recebeu até 1,8 bilhão de reais – chegou no final do dia à sede da PF no Rio, onde ficará detido. Também foram presos o ex-ministro da Secretaria Geral da Presidência de Temer, Moreira Franco (MDB), e o Coronel Lima, homem de confiança do ex-presidente. A prisão tem relação com a operação Radioatividade, um desmembramento da Lava Jato. Michel Temer já havia sido denunciado em dezembro na Lava Jato, em um processo que corria no Supremo Tribunal Federal (STF), por lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva em um caso envolvendo o setor portuário de Santos. Ao deixar a Presidência em janeiro, o ex-presidente perdeu o direito ao foro privilegiado e seus processos foram remetidos à primeira instância.
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